sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

DONA YVONNE

As mãos de Dona Ivone Lara, num dia de muita saudade da minha mãe Yvonne

foto via Ronaldo Fraga 

domingo, 17 de dezembro de 2017

sábado, 9 de dezembro de 2017

DOCES AZUIS PARA COMBATER AS INJUSTIÇAS DE 2017.

Por que não?
Comece com brigadeiros. Sem culpa. Coma quantos quiser.

                              Devore!



E derreta-se com macarons...
Lambuze-se!




quarta-feira, 29 de novembro de 2017

MEU TEMPO ENTRE COSTURAS...


            


      


           Índigo indolor 

              poesia de Valéria Paz









Uso azul. Desbota-se a tristeza.Abuso do azul.Desabotoa-me a alma. Destoa-se, enfim, do gris.Casulo de sedase desfiando. Desafiando a manhã de casual beleza. 










Gozo que azul brota.
Desejo que não terminano riso de que preciso. Não resisto. Azulo-me pelo infinito.







                              Agradecimentos à Ana Lagoa e Valéria Paz. 


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

ARTESANATO COM PEGADA DE DESIGN


Mais que costureira e muito além de artesã, a americana Erin Wilson, que se considera detalhista ao extremo, mora e trabalha em uma casa construída à mão no Brooklyn, NY, com seu parceiro Owen e três gatos. Na dança, fez a Escola Juilliard, ganhou prêmios e atuou por  nove anos com o coreógrafo David Neumann. Mas é fazendo colchas e estampando telas, em verdadeiros shows artesanais pós-modernos, que Erin tem aparecido muito nos últimos meses. Suas peças tingidas à mão, desenhadas com imagens arquitetônicas e intrincados jogos visuais de objetos, têm alcançado espaços de destaque na sua especialidade, como o New England Quilt Museum, o Dairy Barn Arts Center e o National Quilt Museum.


Fotos: Black & Steil 

sábado, 18 de novembro de 2017

AMOR AZUL

Quando o obscurantismo da intolerância nos ameaça, há de se soprar resistência aos quatro ventos. 

As esculturas "Sob um céu", de Stephen Marr, estiveram ao longo da costa australiana durante a primavera deste ano de 2017, integrando uma exposição com obras especialmente projetadas para provocar os sentidos e interagir com a Natureza local. Imagem,© jessica wyld





domingo, 5 de novembro de 2017

ANSEIOS DE UM TEMPO DE DELICADEZA


Beleza sonhadora no foco da pintura de Maximilian Lenz, artista vienense do século 19 (1860-1948). Da sua linguagem simbolista inicial, tornou-se cada vez mais naturalista em suas expressões a óleo, aquarela, litografias e relevos em metal.




quinta-feira, 19 de outubro de 2017

JARDIM ZEN NA PAISAGEM CARIOCA

Pois é... No Rio de Janeiro tão vilipendiado e servindo de tubo-de-ensaio para espalhar a violência que mora nas raízes do golpe que nos vitima de norte a sul do Brasil desde o ano passado, nesse Rio de Janeiro com sua população humilhada, sofrida e roubada em seus direitos de trabalhadores, pois é, nele ainda sobra espaço para uma instalação azul. 


Usando como cenário natural o Pão de Acúcar,  o artista norte-americano Daniel Arsham definiu sua mais recente instalação: um jardim zen japonês. Azul, claro. E ele misturou diferentes materiais para chegar ao resultado final que, numa reinterpretação de uma das tradições da cultura japonesa,  sugere o local como refúgio para meditação e contemplação.

Na obra, mescla de madeira, areia, concreto, plantas e artefatos petrificados modernos para substituir a ideia geológica de um lugar desse naipe, que costuma ser erguido com pedras.


 Arte, performance, arquitetura, o Jardim Azul tenta reunir esses conceitos na busca do melhor ângulo diante do Pão de Açúcar. A cidade, cunhada de “maravilhosa” desde o Carnaval de 1904 – quando o elogio apareceu pela primeira vez numa terça-feira, na página 2 do jornal O Paiz, no dia 16 de fevereiro daquele ano – precisa, hoje, muito mais do que um jardim zen!


Mas fica o registro em azul como um sinal benfazejo, quem sabe, de que é possível, pela via da cultura e da arte, que a mítica da Cidade Maravilhosa volte a nos fazer derramar amores por tão lindos recortes de céu, mar e montanhas. Sem vergonhas e com o carioca vivendo livre e com dignidade, não mais mergulhado na sujeira social que transfigurou o belo Rio de Janeiro...


VOLTEI, POR QUE NÃO?

Meu último post foi em setembro de 2015. E agora, em outubro de 2017, depois de tantas turbulências que me afastaram dos azuis, por estar vivendo uma era obscura e cinza no meu País, sem saber muito o porquê (mas me rendendo à necessidade de luz e cor...) resolvo voltar. 

Preciso de ar, de luz, de águas claras e frescas me banhando, me reorganizando. Porque resisto. E porque a coragem me move, especialmente porque, apesar dos tantos desvios, descalabros e incertezas, eu acredito na perfeição da vida.

E porque adoro azuis.

        

terça-feira, 22 de setembro de 2015

LULU IN BLUE...

Há meses venho buscando tempo para este post, que reúne a mais recente produção da ceramista Lulu Silva Telles.  







A cada fornada ela se apaixona mais pelo ofício e expõe as peças na janela do seu ateliê, deixando Paraty - a cidade onde ela mora - ainda mais bonita e azul.
Obrigada, Lulu!  
 








domingo, 23 de agosto de 2015

VIAJANDO NO AZUL

Um trem para as estrelas, em algum trecho na Alemanha dos anos 90. 


Da interessantíssima série '36 views of mount fuji', em segawa thirty-seven.


Para as imagens contemporâneas, inspiração nos usos e costumes do Japão do século 17 ao 19.   

Foto de Daan Roosegaarde, em Amsterdã, para o seu Waterlicht.

terça-feira, 21 de julho de 2015

NOVE PROVOCAÇÕES PARA MANOEL DE BARROS


                 “As coisas não querem mais ser vistas por pessoas razoáveis...Elas desejam ser olhadas de azul."                                                                 










        ...desejam ser olhadas de azul...